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PostPosted: Tue Nov 02, 2010 8:00 am 
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Joined: Sat Jun 26, 2010 9:10 pm
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MkfromBrasil wrote:
CÓDIGO PENAL
CAPÍTULO V
DOS CRIMES CONTRA A HONRA
Calúnia (slander / libel)
Art. 138 - Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime:
(To slander / libel someone, falsely attributing to them a fact that is defined as a crime)
Pena - detenção, de seis meses a dois anos, e multa.
( Sentence – six months to two years of incarceration and a fine.)
§ 1º - Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.
(The same sentence applies to whoever knows the attribution to be false and propagates or divulges it.)
§ 2º - É punível a calúnia contra os mortos.
(Slander / libel against the dead is punishable.)

Another fact of Brazilian law: A criminal having committed a crime, for instance like theft, cannot be called a thief unless his deed has been tried in court and judged to be a crime. To do so would fall under the above law about slander.

It would seem that this law would explain why, in Brazil, in a letter addressed to the MNTB members, such words as “allegations” and “supposedly” would be used instead of direct statements.


This is very similar to libel law in Thailand, where defamation is both a criminal and a civil offense. In Thailand, it is not usually prosecuted as a criminal offense without a complaint from the person defamed. Is that the case in Brazil as well?

In light of public statements by Steve Armour and his family, would it be possible to say "Steve Armour has admitted to committing certain lewd acts"? If he wanted to press charges for that, my feeling is that it would be welcomed; it may even lead to his criminal prosecution for those acts.


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PostPosted: Tue Nov 02, 2010 1:31 pm 
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Joined: Fri Sep 24, 2010 12:40 pm
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Gene, it seems to me that sa admitted at least to some of his acts. That would make it ok to quote or cite such acts as fact.


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PostPosted: Tue Nov 02, 2010 11:58 pm 
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Joined: Thu Aug 26, 2010 10:27 pm
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Child sexual abuse as hideous, ugly and distressing as it is reflects a much deeper root problem and paradox in the life of individuals, organizations, communities and nations than readily meet the eye. Take for instance the nation of Israel, who in 2 Kings 17… secretly did things against the LORD their God that were not right…and sinned against the LORD their God…and did wicked things that provoked the LORD to anger… In the long list of sins mentioned in that chapter, one of the last ones listed in verse 18 was that JEHOVAH …removed them from his presence because they sacrificed their sons and daughters in the fire... The parallel to this Old Testament account and what has happened in our modern approach to missions and more specifically in NTM is very striking! What are we trying to say is this:
1. As was the downward trend with the Israelites in the days of old, so there have been secret sins committed in NTM International against the LORD their God that were not right… Things like cover-up, double standards, spiritual and emotional abuse, repression of truth, etc, etc… Just look at what Paul says about this in Romans 1:18 (Amplified Bible) For God's [holy] wrath and indignation are revealed from heaven against ALL ungodliness and unrighteousness of men, who in their wickedness repress and hinder the truth and make it inoperative. We tend to think of this passage only for the heathen… but that is NOT what it is saying! It says MEN…whether Israelites or New Tribers… Sin needs to be dealt with and “nipped in the bud” or it will take one on a spiral out-of –control journey that only evokes the wrath of God!
2. When unresolved these wicked acts even if done in the name of Christ and missions, lead only to more repulsive and despicable acts like throwing innocent children in the fires of sexual, physical, spiritual and emotional abuse in the unnatural setting of boarding schools. You don’t have to read far to see that the first degree “burns” from these experiences in many are still “raw” and very painful… This will cause God to remove His presence from the “mission” or project He initially blessed so powerfully and so wonderfully!
3. NTM/MNTB you have begun a much needed purification process, but please, please, please don’t forget the first sins that no doubt allowed the latter. Let the purging and cleansing go deep—in all areas that need sanctification!! If you can’t remember some… I’m sure there are many ex-NTMers who can…


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PostPosted: Wed Nov 03, 2010 7:13 pm 
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Joined: Wed Sep 29, 2010 8:07 pm
Posts: 105
Elijah III wrote:
...If you can’t remember some… I’m sure there are many ex-NTMers who can…


:lol: :lol: Why, do you know a few?

"Bravo!" from my mom.
(and me!)


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PostPosted: Thu Nov 04, 2010 2:37 pm 
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Joined: Thu Aug 26, 2010 10:27 pm
Posts: 76
Webster’s New World Dictionary defines “few” as: not many; a small number; of scarcely any, hardly any, less, sparse, scant, scanty, thin, scattered, straggling, widely spaced, inconsiderable, negligible, infrequent, sporadic, not too many, a few, a couple of, a small number of, some, any, scarce, rare, seldom, few and far between.

I know more that that!!!

Thanks!


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PostPosted: Tue Dec 15, 2015 12:21 am 
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Joined: Wed Apr 25, 2012 10:32 pm
Posts: 2328
hurt-n-hopeful wrote:
Quote:
Missão Novas Tribos Do Brasil
Rua Itália, Qd.57 Lt.5-7, Vila Santa Isabel, Anápolis, GO.
Cep: 75083-310 CNPJ: 02.816.023/0001-02 Insc: Isento
Fone: 0xx62-318-1234 Fax: 0xx62-318-2000
E-mail: mntb@mntb.org.br
Anápolis, 29 de outubro de 2010
Queridos irmãos membros da MNTB,
Enviamos a vocês o relatório que está abaixo com dois propósitos: informar e rogar as
orações de cada um dos queridos irmãos para este momento difícil que estamos vivendo. Este
relatório é direcionado, neste momento, exclusivamente para os membros da missão. Logo
enviaremos uma carta aberta à sociedade, mas estamos esperando uma investigação, que será
elaborada por terceiros, onde todas as reclamações (fundadas ou não) e os fatos envolvendo
membros da MNTB serão devidamente apurados.
O Conselho Geral reuniu-se extraordinariamente para tratar especificamente de assuntos que
são difíceis de se lidar e de ser conclusivo, mas, queremos assegurar-lhes, serão exaustivamente
tratados. Tendo por referência informações que nos têm chegado ao conhecimento, com muitos
comentários na web, manifestamos nosso profundo pesar e nos solidarizamos com aqueles que
porventura passaram ou estão passando por sofrimentos todos esses anos.
A liderança da MNTB sente grande angústia em relatar acontecimentos ocorridos na escola para
filhos de missionários estrangeiros, na cidade de Vianópolis, Estado de Goiás, na década de oitenta e
culminando no ano de 1993, onde um dos "pais de dormitório", Frank Parker, casado e com filhos no
mesmo dormitório, foi acusado de incorrer em práticas de atos de ordem sexual que “supostamente”
cometeu com algumas meninas pelas quais ele era responsável para cuidar. Até onde foi levado ao
conhecimento da liderança, à época, nunca houve conjunção carnal e nem atos libidinosos. Alegou-se que
houve “voyeurismo” e toque inapropriado na coxa e no abdômen de uma das menores.
Este tipo de ação, em relação às crianças e adolescentes, pode ser interpretado atualmente como
sendo abuso sexual, podendo marcar a formação psicológica de uma criança. Assim, conforme a
alegação, o que agravou a situação e marcou estas crianças, foi o fato do acusado ser líder e exercer o
cuidado e guarda sobre as mesmas e a maneira “supostamente” dominadora em que exercia isto.
Embora estes acontecimentos, conforme alegações, tenham ocorridos bem antes de fevereiro de
1993, somente naquela ocasião foram levados ao conhecimento da direção da escola e da liderança da
missão. Naquele momento, somente uma parte dos fatos foram informados. Atualmente, outros fatos tem
chegado ao nosso conhecimento. A liderança da missão de pronto instaurou uma investigação e o
acusado foi imediatamente afastado das suas responsabilidades junto às crianças, mesmo antes da
conclusão do procedimento interno. Todo o procedimento investigatório e disciplinar foi feito com o
conhecimento dos genitores das crianças, que na ocasião eram missionários. Os pais, ao confiarem a
permanência da criança na escola, aparentemente aceitaram como adequadas as medidas adotadas pela
liderança. No ano seguinte, em 1994, já estando a vítima e o acusado nos EUA (onde foi para tratar a
saúde), as informações acima citadas foram acrescidas de outras. Estas foram apresentadas pelas supostas
vítimas e as alegações caracterizavam as práticas e atos do acusado como sendo abuso sexual. Foram
tomadas medidas disciplinares, contudo o acusado nunca retornou ao Brasil, terminando por falecer em
março de 1996. Houve, portanto a extinção da punibilidade sob a ótica criminal.
A MNTB, antes dos relatos postos ao seu conhecimento, jamais poderia prever que um de seus
membros, esposo e pai de família, pudesse praticar qualquer ato que viesse ferir as crianças sob sua
responsabilidade e cuidado. Hoje, a MNTB reconhece que não previu que tais fatos pudessem ocorrer e
não manteve um acompanhamento mais rigoroso, adequado e supervisionado aos "pais de dormitório"
para detectar possíveis situações como as relatadas, e assim proteger estas crianças de quaisquer práticas
danosas e outros abusos emocionais e físicos, como os citados.
A instituição tutelar (no caso a Missão MNTB) também entende que deveria, juntamente como os
pais da criança vitimada, ter procedido a uma consulta ou denuncia às autoridades locais, afim de que,
julgando necessário, instaurassem o devido processo legal. A liderança, à época, acompanhada pelos
pais, acreditou que a solução administrativa dada ao caso fora suficiente. De modo que a consulta ou
denuncia não aconteceram em tempo hábil, quando a vítima ou o acusado estavam ainda no Brasil.
A MNTB manifesta profunda tristeza e vergonha por ficar sabendo que um sistema criado
para assistir os filhos de missionários, providenciando-lhes moradia, educação integral,
acompanhamento escolar, e principalmente o suporte afetivo em razão do distanciamento de seus
pais pelo ministério, tornou-se, para alguns, fonte de frustração e decepção.
Se não aprendermos com o passado, estaremos destinados a repetir novamente os mesmos
fatos. Entendemos que, a forma atual de internato para filhos de missionários estrangeiros em
Vianópolis, deverá ser repensada e desenvolvida uma nova estratégia para atender as necessidades
educacionais e afetiva dos filhos dos nossos obreiros.
Estamos enfrentando toda essa experiência dolorosa, não nos fazendo de vítimas das
acusações e expressões na web. Tampouco pretendemos nos comportar como aqueles que se
escondem, esperando que o tempo cuide para que tudo caia no esquecimento, o que na verdade não
acontecerá. Todavia, como cidadãos brasileiros, somos sujeitos às leis do nosso país que determinam
o que devemos e o que não podemos fazer, e a elas temos que nos submeter. A questão legal, embora
faça parte do todo, não é a nossa maior preocupação. Como cidadãos celestiais, o nosso zelo está na
repercussão e implicação moral de tais fatos. Nossos filhos, indiscriminadamente, são preciosos
demais e por eles oramos, choramos e clamamos por plena restauração de suas vidas, certos de que o
Senhor, o Todo Poderoso, age em tudo e em todos.
Quanto aos acontecimentos envolvendo Stephen Armour, de igual forma, somado as medidas
disciplinares cabíveis e aplicadas (tendo sido determinado a sua exclusão permanente do rol de
membros), manifestamos a nossa profunda tristeza pelo que as vítimas sofreram e a nossa vergonha
pelo fato de um dos nossos membros ter causado tanto sofrimento e sendo um tropeço para estas
crianças vulneráveis. Sabemos que nada há que lhes possa reparar os sofrimentos que elas passaram,
mas queremos que saibam que temos profunda tristeza e vergonha e que sentimos muitíssimo que
elas tenham vivido estas tristes experiências.
A liderança da MNTB dirige sua palavra a todos aqueles que porventura sofrem e clamam
por justiça:
01. Humildemente pedimos perdão por falhas cometidas pelas lideranças da Missão no
exercício do seu ministério, não prevendo e não mantendo um acompanhamento mais
rigoroso, adequado e supervisionado aos "pais de dormitório", assim deixando desprotegidas
as crianças de quaisquer práticas e outros abusos emocionais e físicos. Da parte do
Conselho Geral, do Conselho do Setor Leste, da parte da Escola dos filhos de
missionários estrangeiros em Vianópolis, do passado e do presente, humildemente, lhes
pedimos perdão sem reservas.
02. Nos pronunciaremos em Atas dos Conselhos com ações disciplinares retroativas.
03. Estamos nos aconselhando com a Promotoria Pública e outras fontes do sistema judicial
para saber os passos a serem tomados em relação aos “supostos” delitos.
Há outro caso que tem sido mencionado, envolvendo o ex-missionário Reginaldo Goulart.
Houve uma comunicação aos irmãos sobre isto por parte do Conselho do Setor Leste, em setembro
do ano passado. O fato em comento ocorreu em outro país, sob a autoridade de outros, e tudo que
estava ao alcance e poderia ser feito da liderança da MNTB, até o momento, foi realizado. Queremos
expressar novamente a nossa tristeza pelo que as vítimas tem sofrido e a nossa vergonha pelo fato de
um dos nossos ter causado esse sofrimento.
Irmãos, sentimos muitíssimo ter que lhes prestar estas informações tão pesadas e
vergonhosas, mas estamos aprendendo que, uma vez que se tem ciência da existência de alegações
como estes, os membros devem ser comunicados com a maior clareza e o mais breve quanto
possível. Assim fazendo, estaremos cumprindo a lei, nos prevenindo e alertando de possíveis falhas,
e ocorrendo quaisquer eventuais pecados, serão devidamente tratados com medidas punitivas. Com
isto se dará menos oportunidade de tais fatos serem distorcidos e mal utilizados e, principalmente,
ajudará as vítimas a terem maior segurança e menos sofrimento. Estamos formulando novas
estruturas para investigar denúncias desta natureza e incluiremos no nosso treinamento maiores
instruções e informações sobre a questão.
Por fim, encerramos o nosso relatório, pedindo o seu acompanhamento em oração, pois está
sendo muito difícil tratarmos este assunto pesado. Procuramos fazer isto de uma maneira ampla
dentro do contexto moral dos princípios da Palavra e no contexto legal. Estamos estudando meios de
comunicar com os ex alunos da escola de Vianópolis, expressando o nosso lamento pelo que
vivenciaram durante o seu tempo na referida escola.
Orem por eles, os que sofreram e os que ainda estão sofrendo. Orem por esta Missão que Deus tem
levantado para alcançar os povos não alcançados. Estaremos atentos para as perguntas que virão, e
sabemos que serão muitas. Os porta-vozes sobre estas questões para a imprensa e terceiros são
Edward Gomes da Luz e Jadir Siqueira. Estão disponíveis na sede da Missão ou através do telefone
da Missão durante o horário comercial.
No Amor do Mestre,
Conselho Geral da Missão Novas Tribos do Brasil


The most powerful word in Edu's letter is "suposto", referring to my sister's account of Frank Parker's abuse. What does "suposto" mean?

Significado de Suposto
adj. Falso; desprovido de verdade: um suposto filho.
Que se admitiu através de hipóteses, proposição usada para se deduzir alguma coisa: foi condenado por supostas provas.
http://www.dicio.com.br/suposto/

October 29, 2010
Letter from MNTB to its members.
According to MNTB, New Tribes' arm in Brazil, which my grandfather helped start in the 1950's, my sister is liar.


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PostPosted: Tue Dec 15, 2015 12:32 am 
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Joined: Wed Apr 25, 2012 10:32 pm
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Edú and Sidebotham both throw my parents under the bus.

Edú was my dad's student in Peniel and Shekinah. I remember when he and Nancy were still dating in Peniel. Funny how he is so quick to rope my parents into the maelstrom. Almost has the hint of help from a couple of gringos, but I forget their names now that I am a cowardly forgiver.

You know what the confusing thing is about being a forgiver/coward/all about the cash? I have yet to see any money. New Tribes never paid my sister a dime. But I'm just another angry MK on the money train.

Did anybody get any money? We should reach out love.


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PostPosted: Tue Dec 15, 2015 1:00 am 
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Joined: Wed Apr 25, 2012 10:32 pm
Posts: 2328
Edú....president of New Tribes in Brazil
Remember praying for him in Gill Baxter's class. He and Onésimo and the gang...making their way up the Cuminapanema River. Looking for a tribe. Building a strong house. Then an airstrip....right in the middle of the Amazon jungle. Cutting down huge trees...just axes....then malaria would hit, and it was back to Santarem to recuperate. And I'm going to sit here whining? Why shouldn't I pray for him? For his marriage. For his kids. For his ministry. Isn't that what my Savior would do, who advocates on behalf of Edú, as we speak (I John 2). I personally don't want to face that attorney.

Would one of you "what's love got to do with it" forgiveness is for cowards outline your action plan for the next five years, and/or detail your actions up to this point. Let's get some metrics going so we can measure how effective we are.

Here is my suspicion. If we let God fight for us, the ultimate solution(s) will be much better.


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